terça-feira, 2 de junho de 2009

Como faze um vetor em camadas:

Usando um exemplo muito simple para esses vetores que vou construir, neste exemplo farei um livro bem simples, somente para demonstrar a sobre posição de elementos vetoriais.

Comece fazendo a parte inferior do objeto vetorizado e comece pensando nele tridimencionalmente, use a ferramenta da pena branca e molde se objeto conforme o nescesário.




Adicione o preenchimento superficialmente sempre pensando no objeto em 3D.
Por ultimo finalize a imagem, esta pronto seu objeto 3d em camadas.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

A tataruga e a métrica estática do tempo

No tempo comum, a idéia de tempo é quase imutável: ele está contra nós. Ele parece ter tomado um aspecto dominador em toda e qualquer relação na qual ele tanja. Essa concepção foi gerada pela necessidade de produção continua do sistema, que acabou por tornar a idéia de velocidade como necessidade, afinal só se vive uma vez e a vida é um sopro. Sendo assim, indagar-se quanto à possibilidade desse tempo ser desconstruído como inimigo e moldado ao tempo individual de cada corpo parece algo insano demais para um blog realista. Entretanto, pode-se fazer analogia dessa idéia com o Mundo Real.

Tomando a tartaruga como exemplo, é possível compreender a máxima de que o tempo de vida se dá pela noção de tempo em si. A própria unidade de medida já é uma invenção humana, e também não é universal. Einstein descreveu o tempo como uma medida de acontecimentos físicos não-universal. Em outras palavras, o tempo, que possui forma parecida com a do símbolo matemático do infinito - o que nada acrescenta a esse texto, mas foda-se – em suas longas voltas é determinado para certo corpo, o que pode variar de massa para massa. Sem delongas, a idéia de rotular a tartaruga como lenta pode ser errôneo, afinal, ela vive em seu próprio tempo.

A longevidade admirável da tartaruga lhe parece desprezível, uma vez que ela toma um considerável tempo humano para realizar uma situação rotineira, mas que por fim, é um processo similar ao que se ocorre mais velozmente.

A tartaruga toma seu tempo, porém o faz. Muitas vezes, pela ansiedade da pressa, o querido comandante espacial americano Col. Edward Murphy se faz presente, e nada acaba sendo concretizado.

Quem sabe a vida tartaruguista não fosse mais producente ao ser humano. A criação de um tempo individual, com exceção a atemporalidade, talvez resulte em algo mais admirável que seguir com um cabresto temporal coletivo.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Perdendo a Lagenaria vulgaris

Primeira vez. Quem lembra? Provavelmente você não venha a se lembrar da maioria das suas primeiras vezes. São as primeiras. Quem disse? Podem ser as últimas, depende simples e puramente do lado do prisma pelo qual você esta enxergando.

Sua primeira noite como homem foi a ultima como criança. Às vezes simplesmente não foi nenhum dos teimosos extremos da linha; foi apenas mais uma, mais algumas. Por que não se dá valor à segunda?

Novamente a esperança de iniciação em tudo, mas a finalização do nada.

A minha primeira vez tende a valer mais do que várias sequências.

E se meu começo fosse bom, porém meu meio uma merda? De que adiantaria ter lido tudo? É preferível sair da merda e ir aos céus ou cair dos céus para a lama?

Ainda bem, que nesse blog as coisas se lêem do último para o primeiro. Quem sabe assim meu primeiro seja sempre o qual você desejar.

Benvindo ao jogo.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Valéria:
"Victor! Você tá me escondendo coisa que eu sei, victor!"

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Concept of heaven

Inauguração

Este é o mais novo blog de realismo fantastico, hyper realismo, surrealismo, modernismo e pós modernismo